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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Tudo Pelo Poder - por Josafá Crisóstomo


Crítica: 
Por Josafá Crisóstomo
Esse é o quarto longa-metragem da carreira de George Clooney como diretor. Clooney ainda escreveu o roteiro dessa produção, em parceria com Grant Heslov, e que se baseia na peçaFarragut North, de Beau Willimon, um jovem ator que também chegou a trabalhar em uma campanha do candidato democrata Howard Dean, em 2004. Aliás, a peça teria sido inspirada nesse episódio da vida de seu autor.

O carismático e bem-sucedido astro de Hollywood, além de dirigir Tudo pelo Poder (The Ides of March), também atua no filme no papel de um governador, Mike Morris, candidato às primárias do Partido Democrata e que pretende derrotar seu adversário do mesmo partido. O problema é que esse último tem se revelado mais bem-sucedido quando a etapa da disputa chega a Ohio, um dos estados em que Morris ainda não conta com apoio político local para alcançar o almejado sonho de habitar a Casa Branca. Obter tal vitória é para onde converge todo o esforço da atuação de Stephen Meyers (Ryan Gosling, de Amor a toda prova e Drive), assessor de campanha do governador. Por conta disso, ele é o verdadeiro protagonista da história e não o personagem de Clooney.

Toda a película ressalta a atuação desse jovem nos bastidores da campanha e segue um lugar comum quando se trata de fazer filmes políticos em Hollywood, ainda mais quando o viés pretende ser o da crítica de um status quo moralmente corrupto: o jovem idealista apoia determinado líder político; tal jovem é bastante competente e age com absoluta correção (ao menos do ponto de vista do que se espera de alguém idealista); ele descobre uma mácula na atuação do tal político, seu ídolo; procura fazer de tudo para encobrir essa mácula; por um outro motivo, é incompreendido pelo amigo coordenador da campanha, Paul Zara (Philip Seymour Hoffman) e pelo governador-candidato, quando, então, é afastado compulsoriamente da campanha.

A ruptura com esse esquema, e que também acontece na proposta desse diretor, dá-se quando o protagonista não aceita tal desfecho deprimente e opta por se corromper tanto quanto aquele que o decepcionou. O que se observa, então, é que a sede de poder e de vingança ganham mais uma vez. O pivô para uma certa reviravolta que se dá no contexto das relações entre Meyers e o candidato, é o que acontecera, por sua vez, entre o governador e Molly Stearns (Evan Rachel Wood), uma estagiária da campanha: qualquer semelhança aqui com o caso Mônica Lewinsky e Bill Clinton não será uma mera coincidência, evidentemente.

O curioso é que George Clooney como ator tem uma atuação política bastante contundente nos EUA, ele assumidamente apoiou Obama na sua campanha, e, portanto, considera-se um democrata. Com esse filme, o diretor resolveu dar munição a dois grupos bastante distintos:
- o primeiro é aquele que reúne qualquer um que apoie uma atitude política mais adequada e coerente, ou seja, que espera que o discurso, a imagem e a ação dos candidatos de quaisquer partidos, seja na esfera pública ou privada da vida desses candidatos, possam ser, evidentemente, de reputação ilibada;
- o outro grupo, e que poderá se beneficiar do modo como a crítica foi construída no filme, é o dos republicanos, os quais têm interesse em ver uma campanha democrata ser maculada, principalmente em seus bastidores, onde e quando um escândalo sexual envolvendo um candidato democrata se pretende tão possível de se repetir, ainda que isso se dê no contexto de uma ficção.

Nesse sentido, é importante fazer notar que esse é um lançamento às portas de um novo ano eleitoral, quando os republicamos voltarão com toda a força para impedir a vitória, novamente, de um democrata. Enfim, esse foi o risco que o diretor quis assumir, como é possível observar.

De qualquer modo, Tudo pelo poder tem lá sua dinâmica e contém movimento e ritmo adequados para o desenvolvimento na tela, de um thriller político. Além disso, Clooney conseguiu reunir bons atores. Marisa Tomei, por exemplo, está no elenco. No entanto, para quem admira o trabalho da atriz, não espere muito de sua atuação, pois, lamentavelmente, ela faz o papel de uma jornalista abelhuda e feiosa (Ida Horowicz), uma personagem clichê e bem desinteressante, diga-se de passagem. Já quem gosta de conferir boas atuações vai apreciar, sobretudo, a do jovem protagonista da história, interpretado por Ryan Gosling, mas também a de Paul Giamatti, interpretando Tom Duffy, o assessor do candidato rival. Há, inclusive, uma cena de embate entre os dois muitíssimo bem construída em seu clímax de tensão.

 

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Miss Universe em Sampa vai arrasar com Ricky Martin

Nossa fantástica e última miss universo Marta Rocha.

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Donald Tramp o "o dono" do Miss Universe
Conforme a imprensa brasileira, existem negociações em curso, até mesmo sobre a participação especial da cantora Cláudia Leitte, mas até agora não há nada acertado com Ricky Martin para que ele se apresente na final do Miss Universo, em São Paulo, no dia 12 de setembro. Isso é uma coisa.

A outra é que o convite a Donald Trump, dono do concurso, foi feito e a resposta deve chegar nos próximos dias. Se ele vier ao país, entre outras programações, haverá o oferecimento de uma entrevista ao Jô Soares, na Globo. Com relação aos jurados, e Pelé é um deles, apenas brasileiros conhecidos internacionalmente -- e que falem bem o inglês como condição essencial -- irão compor a bancada.
A transmissão, aliás, também será toda em inglês, com tradução em espanhol pela Telemundo e português, sob a responsabilidade da Band, com Adriane Galisteu.
São esperadas representantes de 90 países, que estarão em São Paulo até o dia 15 de agosto. Três horas antes da realização do evento, o Credicard Hall será esvaziado e examinado por policiais do esquadrão antibombas.
Rick Martin e o namorado, será que ele vem também????
O Hotel Hilton, em São Paulo, já tem cinco andares reservados para receber as misses dos diversos países e suas acompanhantes. Os 400 americanos, responsáveis pela organização, chegam ao Brasil entre hoje e amanhã.


domingo, 24 de julho de 2011

Miss Brasil - Triste transmissão da Band....

Glamour houve pouco no Miss Brasil 2011, mas sobraram gafes, vaias, o constrangimento de ver o sambista Diogo Nogueira cantar em playback e os gritos do público para a vencedora: "Peladona! Peladona! Peladona!". Foi uma referência a fotos que teriam sido roubadas durante um ensaio de moda feito pela gaúcha Priscila Machado.
As apresentadoras Adriane Galisteu e Nayla Micherif insistiram, ao vivo e nos intervalos, para que o público se manifestasse: "só não pode vaiar", pediu Galisteu. Pois foi justamente o que mais se ouviu assim que foi anunciada a vitória da Miss Rio Grande do Sul. As vaias partiram de quem torcia pela Miss Bahia, que ficou em segundo lugar.

O constrangimento foi equivalente ao causado por Nayla ao elogiar o "esforço de superação" da Miss Brasil 2010, Débora Lyra, "que perdeu os 15 quilos que ganhou" neste seu reinado. O comentário de Nayla causou o burburinho que se espera de uma maldade destas dita por uma mulher sobre outra.

Nayla também tropeçou na pronúncia de várias palavras, misturando inglês com português ou dizendo coisas incompreensíveis. Ao lado dela, Adriane Galisteu comportou-se como uma professora de etiqueta. Repetiu o texto repleto de clichês que lhe deram para ler sem nenhum erro e parecia bem à vontade, diferentemente do que ocorreu na transmissão do concurso Miss Minas Gerais.

O público que assistiu ao concurso no HSBC era formado por familiares das candidatas, convidados da Band e dos patrocinadores do evento. Poucas celebridades para alegrar a vida dos fotógrafos. Só para se ter uma ideia, os mais requisitados para foto foram a drag queen Salete Campari e Dr. Ray, apresentador do "Dr. Hollywood", que integrava o júri do concurso.

Se houve vaias ao final do Miss Brasil, pode-se imaginar como vai se comportar o público no Miss Universo, que a Band promete transmitir em 12 de setembro, aqui de São Paulo.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

“DeCoração sem mistério”

Meu amigo decorador  Edson Lopes, com a única intenção em desmistificar o conceito de “decoração”  criou no Orkut uma comunidade chamada “DeCoração sem mistério”.


Essa idéia ele teve há  quase 7 anos atrás, e  não é que é o maior sucesso a referida comunidade, com já quase 15 mil membros. 
Edson se declara apaixonado em poder dedicar seu tempo a responder as dúvidas e criar projetos pra seus amigos. 

Como ele diz: 
Eu e Clô Figueiredo no evento da ARTEFACTO
“ este é o verdadeiro sentido da decoração. fazer com prazer algo que vai nos dar prazer de ter, de viver, de ver. é superar limites nem que seja com pouca coisa, com aquele pouquinho que conseguimos. nem que seja arrumar melhor a cama. dai pra mais. dai descobrir o prazer de pintar, bordar ou apenas arrumar. é sentir prazer com o que temos e com o que podemos ter e fazer. aos poucos deixando as coisas como gostamos. nem que demore algum tempo. é nosso tempo. seja por dinheiro, seja por capacidade, seja por falta de tempo até.
mas quando olhamos e achamos bonito, não tem preço”


Edson Lopes com sua amiga Clô Figueiredo

Então é isso, quem quiser participar da comunidade de Edson Lopes
 no ORKUT  pode acessar o endereço em:

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pois é SAMPA é tudo isso e muito mais.....





"Calor demais, trânsito em São Paulo, tudo parado... 

De um lado: uma Mercedes com ar condicionado, 
uma madame e motorista;
Do outro: Um fusquinha com um gordinho 
todo suado e a barba por fazer...
O gordinho xinga, buzina, faz um escarcéu por causa do trânsito 
até que a madame baixa o vidro do Mercedes e diz:
“A paciência é a mais nobre e gentil das virtudes”: Shakespeare, 
em "Macbeth".

O gordinho não deixa barato e responde:

“Vá tomar no cu”: Nelson Rodrigues, em “A vida como ela é”.

Artefacto - 35 anos


Eu e Amaury Junior na inauguração da decoração anual da Artefacto no D&D

A Artefacto comemora seus 35 anos mantendo-se alinhada aos conceitos básicos e fundamentais da empresa: design, performance e valor. Esta é a atitude da Artefacto que celebra hoje sua expansão no mercado mundial.
Atualmente, a Artefacto se orgulha de ter em sua administração os melhores profissionais do mercado. Eles conduzem uma empresa atual e dinâmica, que mantém suas diretrizes nas tendências internacionais de estilo, qualidade e valor de mercado

25 anos de Casa Cor em Sampa - fantástico tudo de baum

Olga Krell e eu na inauguração para a imprensa da exorbitante Casa Cor, nos seus 25 anos.


Período 
24 de Maio a 12 de Julho 
SPECIAL SALE: 11 e 12 de julho 

Horário 
Terça a Sábado: 12:00hs às 21:30hs Domingos: 12:00hs às 20:00hs 

Local 
Jockey Club de São Paulo 
Av. Lineu de Paula Machado, 1.075 - Cidade Jardim - São Paulo - SP 
Veja mapa de localização 

Ingresso 
Terça a Sexta: R$37,00 
Meia Entrada: R$18,50 (Estudante e acima de 60 anos) 

Sábado e Domingo : R$41,00 
Meia Entrada: R$ 20,50 (Estudante e acima de 60 anos) 

Passaporte: R$70,00 

Venda de Ingressos: 
http://premier.ticketsforfun.com.br 

Shopping Center Iguatemi São Paulo - Piso Térreo 
Shopping D&D - Piso Térreo. O shopping disponibiliza serviço de shuttle gratuito, de hora em hora, para o evento. De terça a domingo, das 12:00hs às 20:00hs. 

Parceria Social: R$ 1,00* de cada ingresso vendido será destinado aos programas do Instituto Ayrton Senna. Mais informações sobre o Instituto: www.senna.org.br 
* Impostos descontados